A expansão de operações para mercados externos exige rigor, conhecimento e, acima de tudo, uma rede de contactos sólida. Se, no passado, o planeamento de internacionalização das empresas obrigava a dezenas de viagens dispendiosas e a longos meses de prospeção, hoje o cenário pode ser otimizado. O acesso a compradores internacionais e a novos mercados tem agora rotas mais diretas, e uma das mais estratégicas acontece em território nacional: o 5.º Fórum Internacional das CCI Bilaterais.
No tecido da gestão contemporânea, compreender como otimizar a presença nestes eventos de relevo é fundamental para impulsionar o crescimento e melhorar a competitividade. No dia 1 de julho de 2026, o Hotel Renaissance Lapa, no Porto, vai transformar-se no epicentro da exportação para as empresas portuguesas.
Contudo, estruturar a sua oferta e marcar presença num evento que cruza múltiplas fronteiras num só espaço exige estratégia. Com o planeamento e o incentivo financeiro adequados, este passo pode ser alavancado com risco reduzido. Neste guia detalhado, a Efacont desvenda como alinhar o seu plano de negócios com os apoios certos, impulsionando a sua expansão de forma sustentável e rentável.
Agendado para o dia 1 de julho de 2026, o 5.º Fórum Internacional das CCI Bilaterais é um ponto de encontro internacional desenhado especificamente para impulsionar negócios e exportações. Uma iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa (CCILF), com a colaboração das diversas Câmaras de Comércio bilaterais presentes em Portugal, o evento reúne instituições de apoio à internacionalização, consultores e centenas de empresas com potencial exportador.
Mais do que uma exposição, o Fórum de internacionalização das empresas atua como um acelerador comercial, estando estruturado em três eixos vitais:
A Feira: Uma área com stands de Câmaras de Comércio, mercados e profissionais especialistas nas várias áreas da exportação.
As Conferências: Apresentações detalhadas sobre mercados-alvo e temáticas específicas essenciais à otimização das operações além-fronteiras.
A Bolsa de Compradores: A grande mais-valia do evento. Permite o encontro direto, num formato ágil de speed-dating, com compradores de empresas internacionais e importadores estrangeiros.
Com a expectativa de receber cerca de 400 empresas visitantes, este certame é o ponto de partida ideal para as PMEs que procuram validar os seus produtos e estabelecer parcerias comerciais robustas no estrangeiro.
A decisão de investir recursos num evento desta natureza deve assentar numa tomada de decisão rigorosa. A presença neste certame proporciona às marcas portuguesas uma vantagem competitiva ímpar:
Acesso Global num Só Local: Interagir com diversas Câmaras de Comércio (Luso-Francesa, Luso-Alemã, entre outras) sem sair de Portugal reduz drasticamente os custos logísticos e o tempo habitualmente investido na prospeção de mercados individuais.
Contacto Direto com Quem Decide: Através da Bolsa de Compradores, as empresas não colecionam apenas contactos; sentam-se à mesa com importadores com intenção real de compra. Este ecossistema simplifica o networking e acelera o ciclo de fecho de contratos.
Inteligência de Mercado: O acesso a conferências com especialistas permite às organizações alinhar a sua estratégia e compreender as nuances burocráticas e culturais necessárias para entrar com sucesso em diferentes mercados europeus e globais.
Expandir a sua marca, seja otimizando a presença em fóruns internacionais, seja avançando com uma estratégia de exportação contínua — requer um plano financeiro detalhado. A boa notícia é que as empresas dispõem de mecanismos de apoio à expansão altamente atrativos. Para que a sua empresa entre com força nos mercados externos, destacamos duas frentes principais do Portugal 2030:
Para as empresas que pretendem estruturar a sua entrada em mercados externos, promovendo os seus produtos de forma ativa, este é o programa de excelência.
O que financia: Custos com a presença em feiras internacionais, desenvolvimento de campanhas de marketing digital focadas no exterior, prospeção de mercado e contratação de consultoria especializada (como a Efacont) para delinear o plano de exportação.
Natureza do Apoio: Financiamento atribuído, na sua maioria, sob a forma de subsídios a fundo perdido (não reembolsáveis), mitigando drasticamente o peso no cash flow da empresa.
Candidatar uma empresa a fundos estruturais e maximizar a presença num evento como o 5.º Fórum das CCI Bilaterais exige um rigor técnico imaculado. A Efacont atua como o seu departamento de consultoria económico-financeira personalizada para estruturar com sucesso o seu projeto de internacionalização.
A nossa abordagem garante um processo “ponta a ponta”:
Diagnóstico Estratégico: Auditamos a sua PME para aferir a prontidão para a exportação e o melhor enquadramento nos sistemas de incentivos disponíveis.
Estruturação de Candidaturas: Desenhamos o seu projeto em torno dos critérios de mérito do Portugal 2030, garantindo o máximo de pontuação para a aprovação do financiamento.
Acompanhamento no Fórum: Preparamos a sua equipa para o evento no Porto, ajudando a estruturar a oferta para as reuniões B2B e a otimizar a agenda na Bolsa de Compradores.
Execução e Reporte: Libertamos a sua equipa da carga burocrática, tratando dos pedidos de pagamento e relatórios de execução dos fundos europeus.

O que é o 5.º Fórum Internacional das CCI Bilaterais?
É um evento focado na internacionalização das e exportação, organizado pelas Câmaras de Comércio bilaterais em Portugal. Decorre a 1 de julho de 2026, no Porto, e integra uma feira de exposições, conferências e reuniões speed-dating com compradores estrangeiros.
Como funciona a Bolsa de Compradores no Fórum?
Trata-se de um espaço dedicado a reuniões rápidas e estruturadas (speed-dating B2B), onde as empresas portuguesas podem apresentar diretamente os seus produtos ou serviços a importadores internacionais convidados para o evento.
Quais os apoios financeiros disponíveis para internacionalização de empresas?
As entidades portuguesas podem recorrer a sistemas de incentivos do Portugal 2030 (como o SICE Internacionalização e SICE Qualificação), que financiam a fundo perdido despesas com prospeção internacional, consultoria, feiras e marketing externo.
Como funciona o processo de candidatura a financiamento?
O processo começa com um diagnóstico económico-financeiro rigoroso da sua PME. Segue-se a elaboração de um plano de investimentos detalhado e a submissão no Balcão dos Fundos. A aprovação depende de métricas como a viabilidade financeira e o impacto na exportação, requerendo o acompanhamento de uma consultora experiente como a Efacont.